Maria Ramajal Jorge nasceu nos Forcalhos, mas há muitos anos que se encontra radicada na cidade invicta e nos seus poemas nunca se esquece da terra que a viu nascer.
“Longa-metragem” é o seu último livro, que foi lançado em Setembro, no Porto, e que contou com apresentação do estimável colaborador do Jornal Cinco Quinas, o Dr. Manuel Leal Freire, que também foi o autor do prefácio.
A sua obra, já conta com algumas dezenas de títulos, como por exemplo, “Ventos de Leste/Raianos” e “Contos de Miragaia”, a novela “Amor a Fundo Perdido”, a crónica “Rumo ao Egipto, Com Isbade na Lembrança”, o livro infantil “A Minhoca Bailaroca”, “O Gato Tabu”, os estudos regionalistas “A Capeia”, o humor “Tempo de Rir” as quais se vem juntar o seu último livro de poesia “Longa Metragem”.
Segundo o prefácio do Dr. Manuel Leal Freire, «(…) os poemas impõem-se por eles próprios. Temas eternos, como “A ciência da vida”, “A vida nostálgica”, ou “Se”, indagações intimistas, como “Alma livre”, “Alma singular”, “Desisto” ou “Perturbação”, contrastam fortemente com o bucolismo de “Terra antiga e rude”, “A velha ameixoeira”, “Ninhos” ou “Terra Mater” e, mais ainda com a sua suave graça de “Amor com pontuação”, “Escrivão escriba”, “Meu irmão sono” ou “O nome para o meu neto”…». Estes são alguns dos poemas que pode encontrar no livro, para além de muitos mais.
Maria Ramajal Jorge nunca se esquece da sua “Pátria Chica”, a Raia Sabugalense, como referiu o Dr. Manuel Leal Freire no prefácio, pois alguns poemas, como por exemplo, “A ameixoeira” foi inspirado na sua aldeia natal, os Forcalhos.
“Longa Metragem” faz parte da sua nova colectânea, que integra os títulos “Falar Claro”, “Banda Larga” e “Bric-a-brac”.